A história da bandeira do Orgulho LGTBQIA+ no Google Arts & Culture

Google Brasil 1 ano atrás
Atualizada 2021/08/30 at 10:40 PM

No dia 4 de junho de 2021, uma parte da história da comunidade LGBTQIA+ que acreditávamos ter desaparecido há tempos reapareceu: a bandeira original do Orgulho gay, com as cores do arco-íris, que fora levantada pela primeira vez em 25 de junho de 1978 no United Nations Plaza, em São Francisco. Essa peça histórica, de valor incalculável, foi descoberta pela Gilbert Baker Foundation em 2019 e doada à Sociedade de História LGBT de São Francisco, para que ficasse acessível a todas as pessoas. 
Hoje, passados 43 anos do dia em que a bandeira tremulou pela primeira vez, estamos fazendo uma parceria com o Google Arts & Culture e outras 12 instituições culturais para que qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, possa conhecer as histórias dessa peça lendária.  

Dentro do projeto  “Beyond the Rainbow”, já é possível mergulhar na história do movimento LGBTQIA+ por meio das cores da lendária bandeira do Orgulho. Esse símbolo icônico teve várias versões diferentes e se tornou símbolo da diversidade LGBTQIA+, trazendo consigo as memórias da luta pelos direitos da comunidade e por mais representatividade para todas as identidades LGBTQIA+ do mundo, até os dias de hoje.  
Agora, no Google Arts & Culture, é possível conhecer a trajetória da bandeira original, criada por Gilbert Baker ao lado de uma equipe de artistas, sob o impacto do discurso icônico do discurso de Harvey Milk, e que originalmente exibia oito cores – cada uma delas carregava um significado específico.Por exemplo, o vermelho representa a vida, o laranja significa cura e o rosa representa o sexo.                                                    
      
  
                      
                                     Gilbert Grape, à direita, de vestido branco

O escritor britânico queer Jake Hall, autor de “The Art of Drag”, explica cada detalhe das diversas versões da bandeira do Orgulho e as comunidades que elas representam – incluindo a bandeira do Orgulho Bissexual e a bandeira do Orgulho Trans. Já o artista Rigel Gemini reflete sobre o significado de ser um artista não-binário na indústria da música.
Nós, da Sociedade de História LGBT, esperamos que esses recursos online ajudem todas as pessoas do mundo a compreender melhor a importância histórica da bandeira do arco-íris – e a se sentirem convidadas a ver a peça original, exposta na nossa sede em São Francisco! 
Quer saber mais? Acesse g.co/beyondtherainbow ou baixe o aplicativo do Google Arts & Culture para Android ou iOS

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