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Volume de IPOs cresce 344% em 2020, aponta relatório da Anbima

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Painel da bolsa de valores de São Paulo, a B3 — Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo

Painel da bolsa de valores de São Paulo, a B3 — Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo

O volume de Ofertas Iniciais de Ações (IPOs) cresceu 344% em 2020, em comparação com 2019. No intervalo, o montante foi de R$ 10,2 bilhões para R$ 45,3 bilhões, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O resultado é o maior desde 2007.

De acordo com a entidade, o número de operações também cresceu na mesma base de comparação: foi de 5 para 27 negócios.

“O mercado de ações se manteve aquecido no segundo semestre de 2020. Apesar do impacto da pandemia, o resultado positivo nos IPOs reflete a melhora dos aspectos estruturais do mercado, como juros baixos e os investidores diversificando as carteiras”, explicou José Eduardo Laloni, vice-presidente da Anbima.

Já os follow-ons (ofertas subsequentes de ações) tiveram queda de 7,3%: o volume foi de R$ 79,8 bilhões, em 2019, para R$ 74,0 bilhões, em 2020, e as operações caíram de 37 para 25.

Os fundos de investimentos detiveram a maior parte das ações nas ofertas públicas com praticamente a mesma participação de 2019 (43,0%), seguidos dos investidores estrangeiros com 34,1%, destacou o relatório da Anbima.

Considerando as operações com todos os tipos de títulos, as emissões somaram R$ 369,8 bilhões no acumulado do ano, uma redução de 14,5% em relação a 2019.

Debêntures

Em 2020, os títulos corporativos de dívida apresentaram a primeira queda no volume desde 2015. As emissões tiveram retração de 33,9%, de R$ 184,7 bilhões em 2019 para R$ 122,1 bilhões no ano passado. Deste volume, 67,1% foi destinado para capital de giro, refinanciamento de passivos e resgate de debêntures da emissão anterior.

As debêntures incentivadas, emitidas com isenção de imposto para pessoa física, tiveram recuo de 17,8% em relação ao ano anterior, de R$ 33,8 bilhões para R$ 27,8 bilhões, acompanhadas de redução no número de operações de 76 para 46 negócios, mostrou a entidade.

“O aumento da participação dos bancos comprando debêntures em oferta pública é um movimento que teve início no final de 2019 e que foi intensificado diante do momento de dúvida trazido pela pandemia”, analisou Laloni.

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