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PIB da Alemanha é revisado para queda menor no 2º trimestre, de 9,7%

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A economia alemã contraiu um recorde de 9,7% no segundo trimestre sobre os três meses anteriores uma vez que os gastos dos consumidores, os investimentos das empresas e as exportações entraram em colapso no ápice da pandemia de Covid-19, informou a agência de estatísticas nesta terça-feira (25).

As perdas econômicas foram muito mais fortes do que durante a crise financeira há mais de uma década, e representam a queda mais forte desde que a Alemanha iniciou os cálculos do PIB trimestral em 1970, disse a agência.

Ainda assim, a leitura marca uma leve revisão para cima ante a estimativa anterior para o período de abril a junho, de recuo de 10,1% que a agência havia publicado no mês passado.

Os gastos dos consumidores encolheram 10,9% no trimestre, os investimentos de capital recuaram 19,6% e as exportações caíram 20,3%, em dados ajustados sazonalmente.

A atividade de construção, normalmente um motor consistente de crescimento para a economia alemã, caiu 4,2% no trimestre.

“O segundo trimestre foi um completo desastre”, disse o economista do VP Bank Thomas Gitzel. “Independentemente de investimentos, consumo privado, exportações ou mesmo importações –tudo estava em queda livre.”

O único ponto positivo foi o gasto estatal, que subiu 1,5% no trimestre devido aos programas de resgate do governo, disse a agência.

O emprego caiu 1,3% no ano para 44,7 milhões em um sinal de que os esforços do governo para proteger o mercado de trabalho do choque do coronavírus com programas de jornada reduzida estão compensando.

Confiança empresarial melhora

Outra pesquisa mostrou que confiança empresarial alemã melhorou mais do que o esperado em agosto já que tanto a indústria quanto os serviços ganharam força, ampliando as esperanças de que a maior economia da Europa terá uma recuperação forte após o choque do coronavírus.

O instituto Ifo informou que seu índice de clima de negócios subiu a 92,6 de 90,4 em julho. Foi o quarto aumento mensal seguido e ficou acima da expectativa de economistas de 92,2.

O economista do Ifo Klaus Wohlrabe afirmou esperar que a economia cresça quase 7% no terceiro trimestre, após registrar contração recorde de 9,7% no segundo trimestre.

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