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Perder aulas é pior para crianças que infecção por coronavírus, diz conselheiro médico do Reino Unido

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Ausência de aulas prejudica crianças no longo prazo, diz médico britânico

Ausência de aulas prejudica crianças no longo prazo, diz médico britânico

Em meio a um aumento de confirmação de casos de Covid-19 no Reino Unido, o consultor médico chefe do país, Chris Whitty, afirma que a ausência de aulas é mais prejudicial às crianças do que o contágio pelo novo coronavírus.

De acordo com Whitty, os efeitos da perda prolongada de aulas são críticas para o desenvolvimento de crianças no longo prazo enquanto as chances de morte de jovens pela doença são “incrivelmente pequenas”. Whitty afirma que há vasta evidência de que a saúde mental e física de crianças pode ser prejudicada pela distância da escola.

O médico diz ainda que os efeitos da pandemia serão sentidos com intensidade por mais nove meses, ao menos, e que não há garantia de que a vacina seja entregue com rapidez.

“Todas as mortes de crianças são uma enorme tragédia, mas a maioria do poucos casos, no Reino Unido e internacionalmente, aconteceram em pessoas com severas pré-condições de saúde”, diz Whitty.

“As chances de uma criança ser prejudicada por não ir à escola estão completamente claras, então o balanço de risco está à favor de que elas devam ir à escola mesmo durante a pandemia”, afirma.

Reino Unido anuncia plano de volta às aulas na Inglaterra para setembro

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Contágios em alta

As declarações de Whitty tornam-se públicas em meio a um aumento de casos confirmados do novo coronavírus no Reino Unido. Neste domingo (23), o país registra o quarto dia consecutivo em que mais de 1 mil novos diagnósticos de Covid-19 foram registrados nas 24 horas anteriores.

Hoje, o Reino Unido teve 1.041 casos de Covid-19 confirmados e seis mortes. No sábado, registraram 1.288 casos e 18 mortes pela doença. No total, 41,4 mil britânicos morreram, segundo os dados oficiais.

Mesmo com as curvas em alta e temores de uma segunda onda grave da doença, as autoridades pretendem dar reinício às aulas neste mês de setembro. A Escócia já tem escolas abertas.

A visão de Whitty é contestada por autoridades médicas. Nesta semana, a líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, alertou para o risco de que o vírus, circulando na comunidade, entre também nas escolas.

O contágio em massa de crianças poderia fazer o vírus se espalhar para os demais integrantes da casa. Whitty argumenta – lembrando que tem poucas evidências científicas do que diz – de que o contágio de crianças para adultos parece ser menor do que entre adultos.

“As mostras internacionais dão conta que não houve um súbito aumento de casos, mas é capaz de colocar alguma pressão no R [índice de transmissão de uma pessoa]. Se houver, teremos que responder”, diz.

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Pessoas com máscaras circulam pela Trafalgar Square, em Londres — Foto: Reuters/Henry Nicholls

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