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quinta-feira,5 agosto 2021

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    ONU pede apuração e ‘devido processo legal’ para crime da menina de 10 anos que engravidou após estupro

    O órgão disse que apoia as iniciativas das autoridades do Brasil para apurar e processar o responsável pelo crime, que aconteceu no Espírito Santo. A entidade também prestou solidariedade à vítima. Tio acusado de estuprar e engravidar menina de 10 anos tem série de condenações
    A representação da ONU no Brasil se manifestou na terça-feira (18) sobre o caso da menina de 10 anos que foi vítima de violência sexual.
    O órgão disse que apoia as iniciativas das autoridades do Brasil para apurar e processar o responsável pelo crime, que aconteceu no Espírito Santo. A entidade também prestou solidariedade à vítima.
    A ONU Brasil afirmou que a proteção integral da vítima é importante, assim como a preservação da integridade física, mental e moral e a privacidade da criança.
    “Casos como este geram consequências que impactam negativamente a vida destas crianças por muitos anos, impedindo o pleno desenvolvimento de seu potencial enquanto seres humanos”, afirmou a entidade, em nota.
    A vítima de 10 anos engravidou após ser estuprada pelo tio, no Espírito Santo. Ela foi levada a um hospital no Recife onde foi submetida a uma operação para interromper a gestação.
    Na terça-feira (18), a direção do hospital informou que a garota está fisicamente bem e já poderia ter alta médica, mas que isso só podia ocorrer depois que fossem adotadas medidas para preservar a integridade da vítima.
    O tio dela, suspeito do crime, está preso. A prisão ocorreu na terça-feira (18), em Betim, Minas Gerais. O crime ocorria desde quando a garota tinha 6 anos, em São Mateus, no Espírito Santo. Ele foi ouvido pela polícia, mas o teor do depoimento não foi divulgado. “Informalmente” ele teria confessado o crime aos policiais que fizeram a prisão.
    A menina precisou ir ao Recife para interromper a gravidez porque, no estado de origem, os médicos do hospital em que ela foi atendida afirmaram que não tinham capacidade técnica para fazer o procedimento.

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