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Mas a República é hoje. Suas histórias continuam sendo forjadas pelos governantes depois de 1960. Assim, o Museu da República tem compromissos com a preservação, a pesquisa e a comunicação da história republicana através dos diversos testemunhos que abriga, aí incluído o próprio Palácio, mas também tem compromissos de propor reflexões sobre o que acontece nos dias atuais.
 
O Museu da República tem como missão contribuir para o desenvolvimento sócio-cultural do país, visando à valorização da dignidade humana, à universalidade do acesso e o respeito à diversidade cultural. O Museu da República é espaço de cidadania.
 
O Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete, construído entre 1858 e 1867 pelo comerciante e fazendeiro de café Antônio Clemente Pinto, Barão de Nova Friburgo, consagrou-se como um monumento de grande importância histórica, arquitetônica e artística. Erguido no Rio de Janeiro, então Capital Imperial, tornou-se símbolo do poder econômico da elite cafeicultora escravocrata do Brasil oitocentista. Sua concepção em estilo eclético é resultado do trabalho de artistas estrangeiros de renome, como o arquiteto Gustav Waehneldt e os pintores Emil Bauch, Gastão Tassini e Mario Bragaldi. Em 1889, passados vinte anos da morte do Barão e de sua esposa, o Palácio foi vendido à Companhia do Grande Hotel Internacional e, posteriormente, antes que fosse instalada qualquer empresa hoteleira no imóvel, foi vendido ao maior acionista da Companhia, o conselheiro Francisco de Paula Mayrink. Em 18 de abril de 1896, durante o mandato do presidente Prudente de Moraes, à época exercido em caráter interino pelo vice Manuel Vitorino, o Palácio foi adquirido pelo Governo Federal para sediar a Presidência da República, anteriormente instalada no Palácio do Itamaraty.
 
Visite o Palácio Rio Negro, vinculado ao Museu da República. Residência de verão dos Presidentes da República, em Petrópolis.
 
Localização
Rua do Catete, 153 | Catete |  Rio de Janeiro |
Tel. 55 21 3235 3693.
http://www.museudarepublica.org.br